کعبه زرتشت

( Cubo de Zaratustra )

O Cubo ou Caaba de Zaratustra (em persa: کعبه زرتشت‎; romaniz.: Ka'ba-ye Zartosht; também: Kaba-ye Zardusht, Kaba-ye Zardosht) foi um edifício do Império Aquemênida edificado na porção oeste do Naqsh-e Rustam, um sítio arqueológico localizado a nordeste de Persépolis, no Irã, próximo às quatro tumbas reais aquemênidas cortadas no penhasco. Está orientado para norte, de frente à face rochosa do Ḥosayn Kuh. Seu nome provavelmente remonta ao século XIV, quando várias ruínas da Pérsia foram associadas com personalidades do Alcorão e da Épica dos Reis. Esta estrutura provavelmente não serviu como um santuário zoroastrista e não há relatos de peregrinação para ele.

A estrutura, que é uma cópia de um edifício irmão localizado em Pasárgada chamado "Prisão de Salomão" (Zendān-e Solaymān), foi edificado por Dário I (r....Ler mais

O Cubo ou Caaba de Zaratustra (em persa: کعبه زرتشت‎; romaniz.: Ka'ba-ye Zartosht; também: Kaba-ye Zardusht, Kaba-ye Zardosht) foi um edifício do Império Aquemênida edificado na porção oeste do Naqsh-e Rustam, um sítio arqueológico localizado a nordeste de Persépolis, no Irã, próximo às quatro tumbas reais aquemênidas cortadas no penhasco. Está orientado para norte, de frente à face rochosa do Ḥosayn Kuh. Seu nome provavelmente remonta ao século XIV, quando várias ruínas da Pérsia foram associadas com personalidades do Alcorão e da Épica dos Reis. Esta estrutura provavelmente não serviu como um santuário zoroastrista e não há relatos de peregrinação para ele.

A estrutura, que é uma cópia de um edifício irmão localizado em Pasárgada chamado "Prisão de Salomão" (Zendān-e Solaymān), foi edificado por Dário I (r. 521–486 a.C.) quando ele mudou-se para Persépolis, por Artaxerxes II (r. 408–358 a.C.) ou Artaxerxes III (r. 358–338 a.C.). Ele foi ilustrado em obras de viajantes ocidentais do século XVII como Jean Chardin, Cornelis de Bruijn e Engelbert Kaempfer, e no século XX foi sistematicamente escavado por Erich Schmidt e David Stronach.

Ele mantêm-se dentre um de precinto sagrado que fora cercado por um muro sassânida, possivelmente datável do século III, que fora descoberto por Ernst Herzfeld em 1933. Em junho de 1936, Erich Schmidt realizou escavações no edifício e descobriu sua base, bem como a versão em persa médio da inscrição de Sapor I (r. 240–270) no muro leste. Em junho de 1939, Schmidt descobriu as versões em parta (muro oeste) e grega (muro sul) da inscrição de Sapor, bem como a inscrição em persa médio de ca. 285 do sumo sacerdote Cartir, situada abaixo daquela de Sapor I no muro leste; também detectou-se cerâmicos e outros artefatos.

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