Templo de Muktinath
O Templo de Muktinath é um santuário hindu e budista situado na aldeia homónima, no maciço do Annapurna, parte dos Himalaias, a 3 710 metros de altitude, no sopé do passo de montanha de Thorong La. A aldeia é a sede de um village development committee (lit.: "comité de desenvolvimento de aldeia"), parte do distrito de Mustang. A aldeia de Muktinath é contígua com a aldeia vizinha de Ranipauwa, a qual é por vezes tomada como parte de Muktinath.
Os hindus chamam ao local sagrado Mukti Kshetra, o que significa literalmente "local da libertação ou moksha". A origem do templo é predominantemente vixnuita, mas também é venerado por budistas. Figura no lugar 105º entre os 108 Divya Desams, os templos mais sagrados do Vixnuísmo, e é o único desses templos situados fora da Índia, à parte dos outros dois que não são terrenos. O nome original do santuário, na literatura Sri Vaishnava, anterior ao budismo, é Thiru Saligramam. O santuário alberga uma Sal...Ler mais
O Templo de Muktinath é um santuário hindu e budista situado na aldeia homónima, no maciço do Annapurna, parte dos Himalaias, a 3 710 metros de altitude, no sopé do passo de montanha de Thorong La. A aldeia é a sede de um village development committee (lit.: "comité de desenvolvimento de aldeia"), parte do distrito de Mustang. A aldeia de Muktinath é contígua com a aldeia vizinha de Ranipauwa, a qual é por vezes tomada como parte de Muktinath.
Os hindus chamam ao local sagrado Mukti Kshetra, o que significa literalmente "local da libertação ou moksha". A origem do templo é predominantemente vixnuita, mas também é venerado por budistas. Figura no lugar 105º entre os 108 Divya Desams, os templos mais sagrados do Vixnuísmo, e é o único desses templos situados fora da Índia, à parte dos outros dois que não são terrenos. O nome original do santuário, na literatura Sri Vaishnava, anterior ao budismo, é Thiru Saligramam. O santuário alberga uma Saligrama shila, considerada uma forma natural de Sriman Narayana, uma forma de Vixnu. Os budistas chamam ao santuário Chumig Gyatsa, que em tibetano significa "Cem Águas". Para os budistas tibetanos é um local muito importante de deusas Dakini conhecidas como bailarinas celestes e um dos 24 sítios tântricos. Os budistas consideram o murti (imagem) do santuário uma manifestação de Avalokiteshvara, o bodisatva que representa a suprema compaixão de todos os Budas.
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